AGINDO COMO ELE AGIA
15/01/2026
FIRME NO CAMINHO
15/01/2026
Fotos: Fotos: Marcelo Santos
Por Marcelo Santos
O som de objetos caindo no chão era constante na casa da aposentada Antônia Tomaz de Souza Machado, 68 anos. Sempre que tentava segurar algo mais pesado, como uma panela, com a mão esquerda, o utensílio escapava e caía, aumentando a frustração de Antônia. Com o passar do tempo, as limitações físicas se intensificaram: a dor intensa nas costas e a fraqueza nas mãos já indicavam que havia um problema mais sério. O impacto em sua rotina era imenso: atividades simples se tornaram desafiadoras, prejudicando sua qualidade de vida e tirando-lhe, inclusive, o prazer das tarefas cotidianas.

Diante da persistência dos sintomas, Antônia procurou um ortopedista em 2024. Após relatar o que sentia havia quase dois anos, o médico solicitou uma ressonância magnética. O exame revelou alterações preocupantes na coluna cervical, especificamente nas vértebras C4 e C5, com sinais de abaulamento discal [o disco intervertebral, que age como amortecedor entre as vértebras, projeta-se fora de sua posição, mas sem se romper completamente, o que pode comprimir nervos, causando dor e limitando os movimentos]. Esse quadro agravava o desconforto nas costas e tornava até os movimentos simples um desafio diário. Além disso, ela recebeu o diagnóstico de síndrome do túnel do carpo [condição provocada por movimentos repetitivos, que causa formigamento e fraqueza nas mãos, dificultando tarefas cotidianas].
O sofrimento de Antônia era testemunhado por seu marido, Danilo Machado Filho, 69 anos, sobretudo durante a noite. Ele se recorda das vezes em que a via se revirar na cama, tentando encontrar uma posição que aliviasse o desconforto, mas sem sucesso. “Era muito triste vê-la sofrer, sem poder fazer nada”, lamenta o aposentado, que acompanhou de perto tanto a dor física quanto o desgaste emocional enfrentados pela esposa.

Bênção abundante – Entretanto, essa história mudou na manhã de 14 de junho de 2025, durante o culto na sede estadual da Igreja Internacional da Graça de Deus (IIGD), na Avenida São João, 791, no Centro de São Paulo. Naquele sábado, o casal participou da reunião das 9h, conduzida pelo líder estadual, Pr. Jayme de Amorim Campos. Sentindo muita dor, Antônia foi surpreendida quando o pastor realizou a oração da fé e anunciou que Deus estava curando pessoas com sintomas semelhantes ao dela. “Quando o pastor pediu que os curados testemunhassem, percebi que a dor havia desaparecido. Consegui mover o braço sem sentir qualquer desconforto”, lembra-se ela, que é obreira da Igreja da Graça.
A experiência foi transformadora. O que antes era uma batalha diária se tornou apenas lembrança. “Hoje, posso realizar minhas tarefas tranquilamente, e isso é um milagre”, afirma, emocionada. Antônia acrescenta que não recebeu apenas cura física: viveu também uma renovação espiritual. Ao depositar sua confiança no Senhor, reacendeu sua fé em milagres.

As bênçãos não pararam em Antônia. Após um ano e meio de tentativas frustradas, Danilo alcançou a vitória pela qual orava: conseguiu se aposentar em 2025. “Eu já estava desanimado, mas Deus foi fiel. Depois de tanta espera, finalmente saiu minha aposentadoria”, conta ele, com um largo sorriso. Para o casal, tanto a cura quanto a conquista financeira são provas claras do cuidado do Altíssimo.
Agradecidos ao Senhor, Antônia e Danilo têm se dedicado à obra divina. Eles patrocinam o programa Show da Fé, apresentado pelo Missionário R. R. Soares, devolvem o dízimo e ofertam na Igreja da Graça, contribuindo para que o Evangelho alcance vidas no Brasil e no exterior. “Nosso objetivo é alcançar mais pessoas, ver gente aceitando Jesus e se entregando a Ele”, declara a obreira, destacando que a fé foi a chave que abriu as portas da cura e das demais bênçãos, restituindo também a sua alegria. Citando a Escritura, Antônia frisa que sem fé é impossível agradar a Deus – conforme registra Hebreus 11.6 – e que tudo é possível ao que crê (Mc 9.23).


