COMPROMISSOS DO CASAMENTO
09/02/2026
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Patrocinadora testemunha cura do filho, que se recupera de grave doença

Pedro Sosa, que, no primeiro semestre de 2025, apresentou, de uma hora para outra, febre alta e dores de cabeça: era meningite viral
Foto: Arquivo pessoal – modificada por IA

Por Marcelo Santos

A realidade familiar da autônoma Leidiana Sosa, 42 anos, e de seu esposo, o tradutor e dublador Laércio Sosa, 42, mudou inesperadamente em 2025. Pais de Sara, 12, e Pedro, 2, eles viveram uma reviravolta no primeiro semestre do ano passado, quando o caçula apresentou sintomas anormais de maneira súbita. A princípio, o menino não aparentava ter qualquer problema de saúde. Em uma sexta-feira, saiu da escola sentindo-se bem, após ter brincado normalmente com os colegas. Até aquele momento, parecia saudável e ativo. No entanto, por volta da meia-noite, algo imprevisível ocorreu. “Pedro acordou com febre, queixando-se de dor de cabeça. Então, questionei-o sobre o que estava sentindo. Sua temperatura marcava 38,5 ºC, e, por isso, administrei a medicação”, recorda-se Leidiana.

Entretanto, aquele era apenas o início de uma jornada de incertezas e desafios. A mãe pensou que a febre fosse somente um sintoma de alguma infecção viral. Porém, preocupados com o estado de saúde do menino, seus pais, que são patrocinadores do Show da Fé, decidiram levá-lo ao hospital no sábado à tarde. Na unidade de saúde, os médicos realizaram os primeiros exames e prestaram os cuidados necessários. Por volta das 21h, saiu o diagnóstico: meningite [inflamação das meninges, as membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal, causada principalmente por vírus ou bactérias, mas também por fungos, parasitas ou até doenças não infecciosas]. O resultado causou enorme apreensão em toda a família, ainda mais depois de o médico ter solicitado o isolamento de Pedro, enquanto aguardava o resultado de um exame adicional, desta vez do líquido da medula espinhal.

O pequeno Pedro Sosa, quando esteve internado no hospital: sua saúde se tornou um teste de fé e resistência para a família
Foto: Arquivo pessoal – arte sobre foto Ongrace

Leidiana relata que logo dobrou os joelhos para clamar a Deus por uma intervenção sobrenatural. “Guardo comigo o versículo de 2 Timóteo 1.7, que me remete ao nascimento do Pedro, e o citei na hora: Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação”, lembra-se ela, destacando que essa passagem da Palavra a sustentou naquele momento difícil. Durante uma madrugada de grandes tensões, ela refletiu sobre toda a situação. “Notei que Pedro estava abatido e comecei a considerar a possibilidade de que seria algo ainda mais grave.” Ainda assim, Leidiana persistiu em sua jornada de oração e confiança no milagre do Senhor. “Confiei porque sabia que Deus tinha um desígnio para aquele problema. Reafirmei minha fé, declarando que o Altíssimo permanecia no controle.” Ao amanhecer, às 5h, o resultado do exame confirmou se tratar de meningite viral.

Resposta de oração – A saúde de Pedro tinha se tornado um teste de fé e resistência para a família. Porém, seus pais permaneceram firmes e confiantes na intervenção divina. “Primeiro, sentimos um golpe, um grande impacto. Meningite é uma palavra pesada. Naquela hora, vi que ele estava muito abatido e me preocupei com o quadro”, pontua Laércio. Em seguida, acrescenta: “Deus é Deus. Ele não deixou de ser Deus. O Senhor me deu uma palavra, e Pedro fazia parte da promessa”. Na época, relembra-se o pai, sua declaração foi a seguinte: “Vou ver os filhos dos meus filhos. O Todo-Poderoso está no controle. Ele me deu esse filho, e não é o diabo que o tirará de mim”. 

Ao saber do resultado do exame, Leidiana enviou uma mensagem para o Pr. Miquéias dos Santos Silva, da sede regional da Igreja Internacional da Graça de Deus (IIGD) em São Caetano (SP), pedindo orações. O líder lembra o que declarou ao saber da internação: “Não vamos aceitar isso. Vamos declarar a cura sobre a vida dele agora. Fique em paz, porque ele já está curado, em Nome de Jesus”. O ministro acrescenta que aquela oração não foi apenas pela cura, mas também pela restauração completa da saúde da criança. “Sabemos que a meningite, às vezes, deixa sequelas.”

A autônoma Leidiana Sosa (com Pedro, seu esposo, o tradutor e dublador Laércio Sosa, e Sara) fala da retomada da saúde do filho e ensina: “Ele nos orienta, abre portas e nos conduz à saída”
Foto: Arquivo pessoal – modificada por IA

Durante aquele período de incertezas, a oração da Igreja e dos pastores deu à família o apoio espiritual necessário. Dois dias após a entrada no hospital, a médica informou aos pais do menino que suspenderia o antibiótico, pois Pedro já apresentava uma rápida melhora. Os exames mostravam que ele reagia de maneira surpreendente à doença, com evolução positiva. “A meningite viral, que causa inflamação no sistema nervoso central, geralmente exige de sete a dez dias de recuperação e, se não for tratada, pode levar à morte. Mas Pedro necessitou de um período menor para se restabelecer”, revela Leidiana.

Emocionada, ela ressalta que muitos pacientes não conseguem retomar a saúde de modo pleno. No entanto, Pedro passou quatro dias no hospital e, ao receber alta, não precisou de cuidados especiais. “Nesse processo, compreendi que, seja qual for o cenário, nossa fé no Senhor tem de permanecer firme. Quando depositamos nossa esperança em Jesus, Ele nos orienta, abre portas e nos conduz à saída”, afirma, convicta de que para Deus não há impossíveis (Lc 1.37). Por sua vez, Laércio frisa que o menino parece ainda mais forte do que antes da internação. “Ele vive cantando e demonstrando sua fé”, conclui, reconhecendo que a­quela experiência reforçou sua própria confiança no Deus Altíssimo, tornando-a inabalável.


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