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01/05/2020
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Passo adiante

O governo provisório do Sudão, país com 45 milhões de habitantes, situado no Norte da África, aboliu as comissões reguladoras do funcionamento das igrejas cristãs. Esses grupos foram formados durante a ditadura do ex-presidente islâmico Omar al-Bashir (1989-2019). Na prática, eles perseguiam líderes e confiscavam propriedades eclesiásticas.

Especialistas dizem que o próximo passo será devolver às comunidades cristãs os bens apreendidos. Essas ações poderiam sinalizar um abrandamento da perseguição religiosa no Sudão, agravada em 2011 pela criação do Sudão do Sul. No entendimento de Omar al-Bashir (foto), afastado do poder em abril de 2019, todos os cristãos deveriam migrar para o novo país. (Élidi Miranda, com informações de The Christian Post)


Radicalismo em alta

A violência contra os cristãos na Índia, nação asiática com 1,3 bilhão de habitantes, continua crescendo em uma escalada sem precedentes. Segundo o Pr. Ramesh Kumar, que prega em 12 vilarejos de Uttar Pradesh (foto), no Norte do país, falar de Cristo, naquela região, tornou-se uma tarefa perigosa. Quase todos os dias, encontro uma situação em que me dizem para deixar de pregar o Evangelho e renunciar à minha fé em Jesus. Às vezes, são apenas ameaças, outras vezes, são agressões físicas, informou Kumar, vítima de ataques covardes de cidadãos comuns e de autoridades. Para os observadores, o principal motivador da violência é o radicalismo hindu presente no território indiano.

Em outro incidente, também em Uttar Pradesh, alguns cristãos foram presos e espancados por três horas seguidas. Como parte da punição, eles tiveram de erguer os braços, como Cristo na cruz, pois o policial à frente da sessão de tortura queria experimentar a sensação de “bater em Jesus”. (Élidi Miranda, com informações de The Christian Post)


Ameaça de morte

O grupo terrorista islâmico Al-Shabaab (foto) tem ganhado força no Quênia, país do Leste africano de 53 milhões de habitantes. Em uma de suas recentes investidas, os radicais islamitas ordenaram que os cristãos deixassem os condados de Garissa, Wajir e Mandera, no Noroeste queniano, a fim de profissionais muçulmanos ocuparem seus postos de trabalho. Quem não obedecer à ordem será morto. Nessa paupérrima região, a maior parte da mão de obra qualificada, composta por especialistas da saúde, professores e engenheiros, é formada por cristãos estrangeiros ou vindos de outras partes do Quênia. Em janeiro, três educadores foram assassinados em Garissa, em um ataque atribuído ao Al-Shabaab. Embora o bando de extremistas tenha sua base no país vizinho, a Somália, tem conquistado espaço e poder no Quênia, por meio da violência. (Élidi Miranda, com informações de Christian Today)


Milhares de conversões

A Indonésia, país-arquipélago de 17 mil ilhas do Sudeste asiático com 267 milhões de habitantes, é conhecida como a maior nação islâmica do mundo. Apesar disso, líderes pentecostais atuantes em vilarejos no interior têm relatado um aumento considerável das conversões. O Evangelho é pregado acompanhado de sinais e maravilhas. Segundo esses pregadores, o fenômeno tem se repetido em toda a nação: centenas de milhares de indonésios estão abandonando o islã para abraçar a fé em Jesus. Depois que passei a orar pelos enfermos, e Deus os curou, as pessoas começaram a convidar outras para virem à igreja, independentemente de sua religião, informou o Pr. Frani Pondaag, líder de uma igreja na remota vila de Temuan Jaya, no Sul da ilha de Sumatra (foto). (Élidi Miranda, com informações de BosNewsLife)


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