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Medicina e Saúde – 253

Fortalecendo o organismo

Francisco Andreotti / Unsplash

A vitamina D, que é um hormônio, desempenha diversas funções, entre as quais, o bom funcionamento do sistema imunológico. Em meio à pandemia do coronavírus, esse papel antiviral despertou a atenção de vários cientistas, como a de um grupo de pesquisadores da Universidade de Turim, na Itália. Em março de 2020, eles observaram a associação entre níveis baixos de vitamina D no sangue em pessoas que apresentaram agravamento dos sintomas da covid-19. A vitamina contribui para bloquear a multiplicação do vírus na célula infectada, evitando que ele se espalhe, agravando a doença.

Desde a década de 1980, a população mundial tem diminuído gradativamente seu tempo de exposição aos raios solares, em parte devido às campanhas contra o câncer de pele. Os cuidados são necessários, no entanto tomar sol, de maneira moderada, é essencial. Em geral, 20 minutos diários são suficientes – desde que braços e pernas estejam expostos – para o corpo repor as reservas desse hormônio. (Élidi Miranda, com informações de Conteúdo Comunicação)


Vacinação necessária

Arte sobre foto de CDC / Unsplash

O novo coronavírus desviou a atenção da população para outras patologias infecciosas que estão sucedendo no Brasil. Uma delas é o sarampo, um vírus que pertence ao gênero Morbillivirus, da família Paramyxoviridae, transmitido quando o doente tosse, fala, espirra ou respira próximo de sujeitos sãos. As principais manifestações são febre, tosse, irritação nos olhos, nariz escorrendo ou entupido e intenso mal-estar. Por volta do terceiro ao quinto dia, é comum o surgimento de manchas vermelhas que se espalham pelo corpo. A persistência da febre pode indicar a piora da doença, principalmente nos pequeninos, menores de cinco anos.

O sarampo pode ser fatal, e a vacinação é a única maneira de evitá-lo. O imunizante está disponível no sistema público de saúde para crianças e adultos. Bebês de 6 a 15 meses recebem três doses. Para aqueles que têm de 1 a 29 anos e não sabem ao certo se tomaram a vacina, o Ministério da Saúde recomenda duas doses. Para indivíduos de 30 a 59 anos que desconhecem se foram vacinados, uma dose é suficiente. (Élidi Miranda, com informações do Ministério da Saúde)

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