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01/07/2024
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Emoção prejudicial

Emotions of a television fan. Screaming, hate, rage. Crying emotional happy man screaming in colorful bright lights at studio. Emotional, mature face. Human, facial expression concept.

Foto: master1305 / Adobe Stock

Emoção prejudicial

De acordo com um estudo publicado recentemente na revista American Heart Association (Associação Americana do Coração), a expressão “morrer de raiva pode ter sentido literal. Pesquisas anteriores sugeriam a ligação entre um episódio agudo de raiva e o risco aumentado de ataque cardíaco, mas a equipe de pesquisadores, vinculada a diversas universidades norte-americanas, buscou descobrir o motivo dessa associação.

Para isso, recrutaram 280 jovens adultos saudáveis e os distribuíram em quatro grupos. Um de controle, no qual os participantes se mantiveram em um estado emocional neutro, e outros três em que eles  se recordaram de eventos que os deixaram enfurecidos, tristes ou ansiosos. Os estudiosos coletaram amostras de sangue e medições de fluxo sanguíneo e de pressão arterial antes e durante o experimento. Os resultados revelaram que a raiva teve um impacto mais significativo na circulação, limitando a capacidade de dilatação dos vasos sanguíneos. Já a ansiedade e a tristeza não apresentaram efeitos tão evidentes. (Élidi Miranda com informações de American Heart Association, The Washington Post e NBC News)


Foto: Pixel-Shot / Adobe Stock

Pela vida afora

As crianças brasileiras estão ficando mais altas e obesas. É o que aponta um estudo recente realizado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da University College London, no Reino Unido. O levantamento analisou as medidas corporais de mais de 5 milhões de meninos e meninas de três a dez anos, nascidos de 2001 a 2014. Para isso, foram utilizados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (cadÚnico), do governo federal, do Sistema de Informação de Nascidos Vivos (SINASC) e do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN).

A sondagem constatou que houve um crescimento médio de 1 cm de estatura e um aumento de mais de 2% de obesos entre os pequenos. Esses resultados indicam que o Brasil, assim como todos os países do mundo, está longe de atingir a meta da OMS [Organização Mundial da Saúde] de deter o aumento” da prevalência da obesidade até 2030, informou a Dra. Carolina Vieira, pesquisadora associada ao Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (CIDACS/Fiocruz Bahia) e líder da pesquisa. (Élidi Miranda com informações de Agência Brasil, UOL e CNN Brasil)


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