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Saudáveis Advertências – 251

Paul Diaconu / Pixabay

Longas distâncias

O brasileiro percorre, em média, 72km para ter suporte médico e odontológico de baixa e média complexidade, tais como consultas, exames clínicos e radiológicos e pequenas cirurgias. A informação é da pesquisa Regiões de Influência das Cidades (REGIC) 2018, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada no primeiro semestre. Para atendimentos de alta complexidade (internações, cirurgias, exames e tratamentos especializados de alto custo), a média de deslocamento é mais que o dobro: 155km. O objetivo do levantamento é auxiliar as autoridades na elaboração de políticas públicas de saúde.

Os moradores da região Norte são os que mais têm de se mover a fim de conseguir assistência de baixa complexidade. Manaus (AM), por exemplo, recebe pacientes que percorrem, em média, 418km. No Sul, a situação muda completamente. Os catarinenses são os que fazem as viagens mais curtas: inferiores a 40km. 

Já com relação à alta complexidade, o estado do Rio de Janeiro, na região Sudeste, tem a menor média de deslocamento: 67km. No outro extremo, está Roraima, na região Norte, onde a população precisa se locomover, em média, 471km para receber ajuda médica. (Élidi Miranda, com informações de Agência Brasil)


Louis Hansel / Unsplash

Dieta para o cérebro

Uma nova sondagem realizada por cientistas norte-americanos sugere que a boa alimentação coopera para a preservação das capacidades cognitivas (como memória, pensamento e linguagem) na velhice. Para os estudiosos do National Eye Institute (Instituto Nacional do Olho), a dieta do mediterrâneo – rica em vegetais, grãos integrais, azeite de oliva e peixe – está diretamente relacionada a índices mais baixos de perda cognitiva entre idosos. Segundo a análise, ela seria capaz de reduzir o problema em 50%. Mesmo entre portadores de demência, como o Alzheimer, a dieta demonstrou efeitos positivos.

Conforme está no texto, peixes e legumes são os maiores aliados do cérebro, e pessoas na terceira idade que mais consumiam esses ingredientes eram as que apresentavam menores índices de declínio da cognição. Entretanto, vale destacar que esse cenário sofre a influência de uma série de fatores, além da nutrição, tais como genética, idade e situação socioeconômica. (Élidi Miranda, com informações de Spark Health MD)


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