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Saudáveis Advertências – 256

O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, professor da Universidade de Duke e principal autor da investigação Foto: Divulgação / USP

Nova possibilidade

Locais com altas taxas de infectados por dengue foram menos afetados pela covid-19. A constatação é de um grupo de cientistas brasileiros que está pesquisando a propagação do Sars-CoV-2 em território nacional. Por meio do estudo, publicado no periódico científico MedrXiv, verificou-se, nos estados onde grande parte da população havia contraído dengue do início de 2019 a julho de 2020, um número menor de contaminados pela pandemia e, mesmo assim, mais tardiamente.

A correlação entre as duas infecções ainda não está clara e carece de análises complementares. No entanto, já há a possibilidade de existir uma reatividade imunológica cruzada entre os vírus da dengue e do Sars-CoV-2. Nesse caso, a vacina da dengue poderia ser utilizada em grande escala enquanto não houvesse um imunizante específico e, realmente, eficaz e seguro. Seria algo muito positivo, pois teríamos uma fórmula pronta para ser usada, informou o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, professor da Universidade de Duke (na Carolina do Norte) e principal autor da investigação. Segundo Nicolelis, cientistas israelenses já haviam observado a reação de anticorpos ao novo coronavírus em amostras de sangue coletadas de pacientes com dengue. (Élidi Miranda, com informações de Correio Braziliense)


Foto: Zhang Kaiyv / Unsplash

Diferença significativa

Dormir menos pode contribuir para o ganho de peso. É o que sugere uma pesquisa norte-americana publicada recentemente pelo periódico científico JAMA International Medicine. Os pesquisadores constataram que indivíduos com índice de massa corporal (IMC) superior a 30 (considerados obesos) dormiam 15 minutos a menos, em média, do que os com IMC considerado saudável (de 18,5 a 25). A pesquisa levou em conta dados compilados de 120 mil norte-americanos, monitorados ao longo de dois anos por meio de aplicativos e de dispositivos de rastreamento de sono.

Diversas sondagens têm demonstrado a relação entre a redução de sono e o aumento de peso. Já se sabe, por exemplo, que dormir pouco eleva os níveis do hormônio da fome, a grelina, e reduz os índices da substância responsável pela sensação de saciedade, a leptina. Passar o dia sonolento pode levar à ingestão de 300 calorias a mais que o normal, de acordo com algumas pesquisas. Os padrões de repouso ideal variam de uma pessoa para outra, mas, de modo geral, os especialistas recomendam de 7h a 8h na cama, a fim de garantir um tempo de descanso saudável. (Élidi Miranda, com informações de MSN)


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