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Família – 248

Pr. Rogério Postigo

Sentença de morte


No livro de Ester, encontramos uma das mais lindas lições da Bíblia a respeito da oração. A história nos apresenta um rei chamado Assuero, um comandante de um império o qual se estendia da Índia até a Etiópia, contando 127 províncias sob seu controle. A fim de ajudá-lo, ele pôs um de seus príncipes, Hamã, sobre todos os demais (Et 3.1).

Hamã era maldoso, pois, ao saber que um judeu de nome Mardoqueu não se curvou quando ele passou, encheu-se de ódio. Então, planejou que o mataria, bem como todos os judeus residentes daquelas regiões (Et 3.5, 6). Misericórdia!

Vemos por esse relato a necessidade de intercedermos pelas autoridades (1 Tm 2.1-5): presidente da República, governadores, deputados, vereadores, juízes, policiais e quem mais estiver em posição de liderança. Devemos pedir ao Onisciente que eles tenham sabedoria no desempenho de suas funções, pois uma decisão errada poderá prejudicar muita gente.

Foto: Zoltan Tasi / Unsplash

Jejum e oração – Ainda aplicando esse texto à nossa realidade, podemos pensar: quantas pessoas estão desenganadas pela Medicina? Quantas foram abandonadas pelo cônjuge? Quantas estão com um filho entregue às drogas? Esses são alguns exemplos de sentenças de morte impostas pelo inimigo. Diante de problemas tão difíceis, fazemos o quê? Podemos nos humilhar perante o Todo-Poderoso, jejuando e orando.

A filha de criação de Mardoqueu era a rainha Ester (Et 2.7). Ao ouvir sobre os planos do terrível Hamã, ela tentou consolar seu pai. Este, devido à forte ameaça, pediu a ela que contasse ao rei o que estava sucedendo: Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento doutra parte virá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino? (Et 4.14).

Mardoqueu estava certo. Não podemos nos calar! Até aquele momento, ninguém sabia que a rainha Ester era judia. No entanto, ela decidiu sair do anonimato e, logo, convocou um jejum para todos os judeus por três dias. Nesse período, Ester também ficou em consagração! Ao final desse tempo, ela foi à presença do rei, sem que este a tivesse chamado, o que não era permitido à rainha. Narrou os acontecimentos ao marido, e ele reverteu aquele veredito de morte. Aleluias!

O Senhor não mudou! Assim como Ele atendeu ao clamor de Seu povo e interveio livrando-o, pode fazer o mesmo hoje. Por isso, toda quarta-feira, estamos nos templos da Igreja da Graça, clamando ao Altíssimo pelas famílias. Isso é bom e agradável a Deus, que deseja a salvação de todos os homens!

Pr. Rogério Postigo
Advogado e líder estadual da Igreja Internacional da Graça de Deus no Rio de Janeiro


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