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Plenitude ou perfeição espiritual no Novo Testamento

Biblical vector illustration series, Jesus raises Lazarus from the dead

Ilustração da ressurreição de Lázaro (Jo 11.1-57)
Foto: rudall30 / Adobe Stock
Abraão de Almeida

Plenitude ou perfeição espiritual no Novo Testamento

Na edição passada, concluímos o tema da plenitude ou perfeição espiritual no Antigo Testamento. Agora, trataremos desse mesmo assunto, mas olhando apenas para o Novo Testamento, a começar pelos sete milagres (sinais) registrados no evangelho de João: 1) a água transformada em vinho (Jo 2.1-12); 2) a cura do filho de um oficial do rei (Jo 4.43-54); 3) a cura de um paralítico no tanque de Betesda (Jo 5.1-15); 4) a multiplicação dos pães e peixes (Jo 6.1-15); 5) a cura de um cego de nascença (Jo 9.1-41); 6) a ressurreição de Lázaro (Jo 11.1-57); 7) a pesca maravilhosa (Jo 21.1-13).

Há também sete palavras de Jesus à mulher samaritana (Jo 4): 1) chamando a atenção dela com o dá-me de beber (v. 7); 2) levando-a a pedir-Lhe de beber (v. 10); 3) descrevendo a Água que Ele dá (v. 13,14); 4) a flecha da convicção: Vai, chama, vem (v. 16); 5) aumentando a convicção (A mulher respondeu e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido – v. 17); 6) respondendo suas perguntas e dúvidas (v. 21-24); 7) revelando-Se a Si mesmo (Jesus disse-lhe: Eu o sou, eu que falo contigo – v. 26).

Houve sete aparições de anjos durante a vida de Jesus na Terra: 1) aos pastores (Lc 2.8,9); 2) a José (E, tendo-se eles retirado, eis que o anjo do Senhor apareceu a José em sonhos, dizendo: Levanta-te, e toma o menino e sua mãe, e foge para o Egito, e demora-te lá até que eu te diga, porque Herodes há de procurar o menino para o matar – Mt 2.13); 3) a José (Morto, porém, Herodes, eis que o anjo do Senhor apareceu, num sonho, a José, no Egito – Mt 2.19); 4) após a tentação (Mt 4.11); 5) no Getsêmani (Lc 22.43); 6) na ressurreição (Mt 28.2); 7) na ascensão (At 1.10).

Precisamos nos lembrar também da unidade do Espírito, conforme registra o texto de Efésios 4.4-6: 1) há um só corpo; 2) um só espírito; 3) uma só esperança; 4) um só Senhor; 5) uma só fé; 6) um só batismo; 7) um só Deus.

A multiplicação dos pães e peixes (Jo 6.1-15)
Foto: David / Adobe Stock

Registramos ainda a plenitude da unidade da fé em Atos 1: 1) a vida de Jesus (v. 1); 2) o ensino de Jesus (v. 1); 3) Sua morte (v. 3); 4) Sua ressurreição (v. 3); 5) Sua habitação nos discípulos (v. 2); 6) o Reino de Deus (v. 3); 7) Sua ascensão (v. 2).

E existe a plenitude ou perfeição da unidade da fé em Atos 2: 1) união com Deus (v. 4): todos foram cheios do Espírito Santo; 2) união com o próprio “eu” (v. 4): cada discípulo estava cheio do Espírito Santo; 3) união dentro do grupo (v. 14): quando Pedro se levantou, os 11 apóstolos se levantaram com ele; 4) união com os crentes (v. 44): todos os crentes estavam juntos; 5) união com as outras raças (v. 8-11): os crentes falavam dos triunfos de Deus nas línguas de outros povos; 6) união nas coisas materiais (v. 45): eles repartiram entre si o que possuíam; 7) união com todas as pessoas (v. 39): em um amor inclusivo, alcançando até os inimigos.

Há a plenitude espiritual da sabedoria (Tg 3.17): 1) pura; 2) pacífica; 3) moderada; 4) tratável; 5) cheia de misericórdia e de bons frutos; 6) sem parcialidade; 7) sem hipocrisia.

Existe a plenitude espiritual dos dons de Cristo no evangelho de João: 1) Sua carne (Jo 6.51); 2) Sua vida (Jo 10.11); 3) Seu exemplo (Jo 13.15); 4) Seu consolo (Jo 14.16); 5) Sua paz (Jo 14.27); 6) Suas palavras (Jo 17.8,14); 7) Sua glória (Jo 17.22).

Pintura da ascensão de Cristo
Foto: Faith Stock / Adobe Stock

Há a plenitude das coisas melhores em Hebreus: 1) melhor concerto (Hb 7.22); 2) melhores promessas (Hb 8.6); 3) melhores bens (Hb 10.34); 4) melhor esperança (Hb 7.19); 5) melhores sacrifícios (Hb 9.23); 6) melhor pátria (Hb 11.16); 7) melhor ressurreição (Hb 11.35).

Existe a plenitude dos títulos de Cristo em Hebreus: 1) Herdeiro de tudo (Hb 1.2); 2) Autor da nossa salvação (Hb 2.10 – ARA); 3) Apóstolo (Hb 3.1); 4) A Fonte de eterna salvação (Hb 5.9); 5) Precursor (Hb 6.20); 6) Sumo sacerdote (Hb 10.21); 7) Autor e consumador da fé (Hb 12.2).

Para concluir, há a plenitude das coisas eternas em Hebreus: 1) Um sacerdote para sempre (Hb 5.6); 2) Eterna salvação (Hb 5.9); 3) Juízo eterno (Hb 6.2); 4) Eterna redenção (Hb 9.12); 5) Espírito eterno (Hb 9.14); 6) Herança eterna (Hb 9.15); 7) Concerto eterno (Hb 13.20).

Abraão de Almeida
Pastor da Igreja Evangélica Brasileira em Coconut Creek, Flórida, EUA, e autor de mais de 30 livros em português e espanhol. E-mail: abraaodealmeida7@gmail.com

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