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Missões – 251

Grandes desafios

Niloy Biswas / Unsplash

Bangladesh (foto), um pequeno país asiático de 162 milhões de habitantes, é uma das nações menos evangelizadas do mundo: tem menos de 0,9% de cristãos. Por causa disso, muitos bengalis nunca ouviram falar do Evangelho. Os cidadãos de lá sofrem influência direta das religiões majoritárias de territórios próximos: islamismo (do Paquistão), budismo (de Mianmar, antiga Birmânia) e hinduísmo (da Índia).

Entre as mais de 70 etnias residentes em Bangladesh, um povo chama a atenção em especial: os saikhs (termo que, em português, pode ser traduzido como mais antigos). Eles formam o maior grupo étnico não alcançado do planeta, com 130 milhões de indivíduos. Acredita-se que não exista sequer uma testemunha de Cristo no meio deles. Os saikhs são muçulmanos e não dominam a leitura ou a escrita, por isso são um dos grandes desafios do cumprimento do Ide para a Igreja do século 21. Com o intuito de vencer esses obstáculos da comunicação, algumas agências missionárias estão usando equipamentos de áudio para eles poderem ouvir (e receber) a Palavra. (Élidi Miranda, com informações de Mission Network News – MNN)


Ameaça crescente

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O radicalismo islâmico continua a fazer vítimas em Uganda (foto), país da África Oriental de 43 milhões de habitantes. Recentemente, uma jovem foi espancada por falar do Messias a uma muçulmana. Residente no vilarejo de Luwooko, no distrito de Bugiri, no leste ugandês, Lydia Nabirye, 23 anos, expôs os ensinamentos do Senhor à mulher, e esta creu nEle.

A nova convertida foi ameaçada de morte por sua família após confessar sua fé em Cristo e buscou abrigo na residência de Lydia. Pouco tempo depois, quando Lydia voltava para casa, um grupo de homens armados com pedaços de pau a interpelaram na rua. Eles seguraram a moça e a agrediram violentamente, deixando-a com vários ferimentos.

Curiosamente, Uganda é majoritariamente cristã: apenas 13% da população é muçulmana. Contudo, a influência de milícias radicais islâmicas, em especial de grupos da República Democrática do Congo, tem feito aumentar a pressão (e a violência) sobre os cristãos da região. (Élidi Miranda, com informações de Morning Star News)


Contra a ditadura

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Um jornalista cristão está sob ameaça do serviço de inteligência do regime socialista de Cuba, país caribenho de 11 milhões de habitantes. Yoe Suárez, 29 anos, é repórter e tem atuado fora da mídia estatal cubana, denunciando os abusos da ditadura castrista contra os direitos humanos e a liberdade religiosa. Recentemente, ele (foto) foi conduzido coercitivamente a uma delegacia, e sua mãe foi obrigada a acompanhá-lo. Vocês não sabem o que é uma masmorra, disse-lhes o oficial, o qual ameaçou o rapaz com a perda da guarda do filho de apenas dois anos.

O comportamento de Suárez poderá ser enquadrado no crime de mercenarismo. A lei prevê penas de 10 a 20 anos de reclusão ou morte para os condenados pelo ilícito – uma espécie de crime de espionagem. Não é incomum que cristãos cubanos sejam encaixados nesse tipo penal, sob a falsa alegação de colaboração com o governo dos Estados Unidos. (Élidi Miranda, com informações de Morning Star News)


Vulnerabilidade extrema

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Longe do radar da mídia internacional, a Nigéria, país do Norte da África de 214 milhões de habitantes, experimenta uma crise humanitária sem precedentes. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), os percalços provocados pela ação violenta de grupos radicais islâmicos, como o Boko Haram, já deslocaram mais de 7 milhões de pessoas (em sua maioria cristãs), as quais foram obrigadas a abandonar o próprio lar. Os problemas são piores no nordeste nigeriano, onde se concentra o maior número de ataques extremistas. A situação afeta bastante a zona rural, comprometendo a produção de alimentos.

Muitos dos desalojados (foto) vivem em campos de refugiados. Nesses locais, o acesso à comida e a medicamentos é difícil. O governo nigeriano tem falhado no envio de mantimentos, água e remédios, entretanto organizações cristãs e agências de ajuda humanitária têm suprido parte desses necessitados. (Élidi Miranda, com informações de The Christian Post)


Novas oportunidades

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Longe do radar da mídia internacional, a Nigéria, país do Norte da África de 214 milhões de habitantes, experimenta uma crise humanitária sem precedentes. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), os percalços provocados pela ação violenta de grupos radicais islâmicos, como o Boko Haram, já deslocaram mais de 7 milhões de pessoas (em sua maioria cristãs), as quais foram obrigadas a abandonar o próprio lar. Os problemas são piores no nordeste nigeriano, onde se concentra o maior número de ataques extremistas. A situação afeta bastante a zona rural, comprometendo a produção de alimentos.

Muitos dos desalojados (foto) vivem em campos de refugiados. Nesses locais, o acesso à comida e a medicamentos é difícil. O governo nigeriano tem falhado no envio de mantimentos, água e remédios, entretanto organizações cristãs e agências de ajuda humanitária têm suprido parte desses necessitados. (Élidi Miranda, com informações de The Christian Post)


Primeira igreja

O Chade, país do Norte da África de 17 milhões de habitantes, tem uma grande porcentagem de servos do Senhor: 44% da população. Porém, sabe-se que, entre os seus mais de 200 grupos étnicos (foto), pelo menos, 70 permanecem sem conhecer as Escrituras. A fim de alcançar essas etnias, um grupo de igrejas locais se uniu – tendo o apoio de organizações missionárias estrangeiras – com o intuito de traduzir o Texto Sagrado para as línguas minoritárias nacionais.

O esforço já rendeu a tradução de 50 histórias bíblicas, uma versão do filme Jesus e outros materiais evangelísticos – disponibilizados por meio de aparelhos de áudio e vídeo equipados com baterias solares – para os massalites, uma dessas etnias. Os missionários já contabilizam 47 conversões. Três líderes religiosos islâmicos estão entre elas. A primeira igreja cristã formada por pessoas da etnia massalite será fundada em breve. (Élidi Miranda, com informações de Mission Network News – MNN)


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