Telescópio | Revista Graça/Show da Fé
Jornal das Boas-Novas – 258
01/01/2021
Carta do Pastor à ovelha – 260
01/03/2021

Telescópio – 259

Fotos: Reprodução / Facebook

Culto à independência

O professor de Ciência Política Scott Yenor (foto) ressalta, em seu livro The recovery of family life (em tradução livre: A recuperação da vida familiar), que a revolução sexual, o feminismo e o progressismo têm colocado a família em risco. Na obra, lançada em outubro, o autor defende o casamento e a vida em família, ao mesmo tempo em que expõe os limites e as fragilidades das ideologias revolucionárias tão disseminadas hoje nas sociedades ocidentais. Em entrevista ao portal The Christian Post, ele declarou que, atualmente, mesmo entre cristãos praticantes, ter um bom emprego ganhou preponderância sobre o casamento e a paternidade. Ele acrescenta que a noção de pertencimento a uma família e a uma comunidade, tão cara ao cristianismo, tem dado lugar ao culto à independência e à autossuficiência. (Élidi Miranda, com informações de The Christian Post)


Foto: photogranary / 123RF

Jovens de fé

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos mostrou que os jovens nascidos a partir do início do século 21 (também chamados de Geração Z) consideram a fé um aspecto a ser levado em conta em tempos difíceis. Segundo o levantamento, 51% dos representantes dessa faixa etária informaram que a fé foi algo muito importante para eles durante o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. Se o percentual dos que consideram a fé ao menos um pouco importante for adicionado aos 51%, o total sobe para 74% dos representantes da Geração Z. Esses resultados constam da edição de 2020 do chamado Index da Liberdade Religiosa, publicada pelo Fundo Becket, uma organização norte-americana sem fins lucrativos que defende a liberdade de crença. (Élidi Miranda, com informações de Christianity Daily)


Foto: Divulgação

Cópias fidedignas

A Bíblia já foi modificada muitas vezes. Eis um argumento muito utilizado por pessoas que desejam desacreditar a Palavra de Deus. Contudo, trata-se de uma falácia, uma afirmação completamente infundada. O biblista norte-americano Craig A. Evans (foto) trata desse tema no livro Jesus and the manuscripts (em tradução livre: Jesus e os manuscritos), lançado recentemente nos Estados Unidos. Na literatura, o autor reafirma a acurácia dos mais de 200 fragmentos de manuscritos do Novo Testamento disponíveis ainda hoje; fala da similaridade entre eles e informa que, nas sociedades mediterrâneas, era comum pagar para que escribas profissionais fizessem cópias fidedignas de documentos importantes. Com relação ao Antigo Testamento, Evans lembra que as cópias encontradas entre os Manuscritos do mar Morto (que datam do século 1 da Era Cristã) são praticamente idênticas a textos bem mais recentes, dos séculos 9 a 11. (Élidi Miranda, com informações de The Christian Post)

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