Saudáveis Advertências | Revista Graça/Show da Fé
Na prateleira – 265
15/08/2021

Saudáveis Advertências – 266

Foto: Elsa Olofsson / Unsplash

Desejo de morrer

Fumar maconha (Cannabis sativa) pode elevar o risco de suicídio. É o que mostra um levantamento do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, publicado, há pouco tempo, na revista da Associação Médica Americana. A relação entre o uso da planta (foto) e o desenvolvimento de esquizofrenia (condição em que delírios persecutórios e alucinações são comuns) é amplamente conhecida pela ciência. Agora, o novo estudo sugere que fumar folhas de Cannabis acentua o risco de desenvolver pensamentos suicidas, em especial entre aqueles que já têm histórico de depressão.

Foram levadas em conta informações coletadas de 2008 a 2019 pela Pesquisa Nacional sobre Uso de Drogas e Saúde dos EUA. Homens que usavam maconha diariamente (e sofriam de depressão) tiveram um aumento de 15% na concepção de ideias suicidas de 2008 a 2009 e de 21% de 2018 a 2019. A sondagem explicita que as mulheres parecem ter uma propensão maior a desenvolver o problema: elas apresentaram uma alta na propensão ao suicídio de 15% de 2008 a 2009 e de 27% de 2018 a 2019. Também foi destacado um risco aumentado de suicídio entre aqueles que não tinham histórico de depressão. (Élidi Miranda, com informações de The Christian Post)


Foto:  Arte sobre foto de Pexels / Mart Production

Cérebro e religião

Pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, dizem ter descoberto o circuito cerebral responsável pela fé e pela religiosidade. Segundo eles, estaria localizado em uma área do encéfalo denominada substância cinzenta central, responsável por funções relacionadas a sensações de medo e dor, além de comportamentos altruístas e amor incondicional. Os cientistas igualmente acreditam que a fé esteja enraizada na dinâmica neurobiológica mais primitiva do cérebro – aquela que se desenvolve no útero materno.

Foi constatado que determinadas lesões cerebrais, as quais atravessam o circuito, podem diminuir ou aumentar a fé dos indivíduos. As lesões provocadas pelo mal de Parkinson, por exemplo, tendem a deixar a pessoa mais incrédula. Por sua vez, traumatismos ou ferimentos no cérebro que desencadeiam delírios, como a síndrome do membro alienígena (que gera sensação de perda de controle dos membros), podem levar a um aumento da espiritualidade. (Élidi Miranda, com informações de Olhar Digital)


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